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Olá, Reader, como foi o final de semana? A edição 169 do Boletim AM está no ar! Há duas semanas, falei sobre nosso manifesto. Hoje quero te fazer uma provocação. À essa altura do campeonato, você já deve conhecer um pouco do nosso trabalho aqui na Análise Macro. Já sabe o que fazemos: temos uma esteira de produtos de treinamento e consultoria em análise de dados. Também já deve ter entendido como fazemos: aplicamos análise de dados a problemas práticos do dia a dia. Fazemos isso há 10 anos. Mas por quê? É o que quero deixar um pouco mais claro na edição de hoje do Boletim AM. Para isso, quero lhe fazer a mesma pergunta: Por que você, Reader, quer estudar análise de dados? Aqui na Análise Macro temos um propósito claro. Sabemos que você vai ganhar mais dinheiro se souber analisar dados com R, Python ou IA. Também sabemos que as chances de você ter mais liberdade com esse tipo de conhecimento são muito grandes. Você pode, inclusive, ganhar dinheiro em dólar ou euro, trabalhando do Brasil, se tiver um conjunto razoável de conhecimento em análise de dados. Nosso propósito ao ensinar análise de dados, contudo, não está em nada disso - ainda que, de novo, sejam subprodutos importantes. O que nos move há 10 anos é o firme propósito de saber que quanto mais dados pudermos analisar, mais próximo estaremos da verdade. Qual verdade, você pergunta. A verdade inalcançável até hoje para nós humanos sobre os diversos problemas que nos afugenta. Sejam verdades universais como de onde viemos e para onde iremos até coisas mais simples como se eu aumentar o juro básico da economia em 100 pontos-base, a inflação se reduz em quantos pontos percentuais? Uma frase simples, mas extremamente difícil de ser respondida. Para alguns, impossível, inclusive. Mas para gente como nós, não. Para gente como nós, os que acreditam na evidência e nos dados, não há pergunta afinal que não possa ser feita. Apenas aquelas onde ainda não temos condições de responder. Para gente como nós, é possível ouvir uma pergunta como essa e dizer que os dados sugerem que a inflação se reduz em 1 ponto percentual ao longo de três trimestres. Não se trata de algo incontestável - como erroneamente pensam alguns - mas algo verificável empiricamente e, portanto, sujeito à mudanças ao longo do tempo. O simples fato, entretanto, de poder construir esse tipo de argumento é o que nos move, nos direciona em torno do aprendizado contínuo de análise de dados. Algo simples, mas ainda pouco difundido na maioria das empresas. Em grande parte do mercado. Ainda que muita gente tenha se dado conta de que análise de dados seja, de fato, importante, ainda existe muita confusão em torno do propósito. Há, afinal, muita gente por aí te dizendo o que e como estudar, mas dificilmente te dizem o por quê. Eles te falam que você precisa dominar Python, N8N, Power BI, Tableau, Excel, etc, etc.. Te dizem que você precisa criar um portfólio e construir projetos reais, de forma a conectar o que aprendeu. Daí você fica igual um doido tentando aprender a última ferramenta que saiu, só atualizando o título do LinkedIn... Mas essa não deveria ser a sua motivação para aprender análise de dados. Desenvolver uma mentalidade onde os dados passam a ser o protagonista exige antes de mais nada que você aprenda a formular e testar hipóteses. É o que você talvez tenha ouvido falar como "extrair insights" ou "gerar valor" a partir dos dados. Nosso propósito em fazer o que fazemos há 10 anos permanece inalterado: Queremos atacar problemas com análise de dados. Não importa a ferramenta, estamos interessados em nos aproximar da verdade. Entender o mundo ao nosso redor com base no que dizem os dados. Sem achismos, preconceitos ou falsas teorias. Somente o que é possível dizer a partir dos dados disponíveis. Com método. E, claro, com as melhores ferramentas disponíveis. Essa é a forma que encaramos o mundo ao nosso redor. Sem dados, afinal, somos apenas pessoas com alguma opinião, geralmente errada, sobre o mundo. Com dados, melhoramos nossa percepção e clareamos nossa mente. Com dados e método, nos aproximamos da verdade. Ainda que nunca a alcancemos. Complexo? Bom, vale a reflexão: Você é um de nós? Ótima semana. Perdeu alguma edição anterior do Boletim AM? Sem problemas. Leia as edições anteriores tocando aqui |
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Olá, Reader, como foi o final de semana? A edição 173 do Boletim AM está no ar! Já parou para pensar no que você teve que aprender por fora desde que saiu da faculdade? Tenho pensado nisso ultimamente. Talvez enviesado pelas muitas mensagens que recebo de alunos de graduação perdidos. Em um mundo em acelerada transformação, a universidade se tornou um museu de grandes novidades, na maioria das vezes. E, aqui entre nós, os alunos e o mercado de trabalho estão sentindo isso na pele. Outro dia,...
Olá, Reader, como foi o final de semana? A edição 172 do Boletim AM está no ar! Hoje, chegamos ao último boletim AM de 2025, olha só você. Pois é, foram mais de 52 boletins entregues ao longo do ano, além de e-mails diários que levamos para você com os principais desafios e desenvolvimentos da área de dados. De um jeito que nossos concorrentes nem sonham em fazer 😞 Como Fundador, estou muito feliz em termos dado essa "sacudida" na empresa ao longo do ano e de ter testado coisas novas. Para...
Olá, Reader, como foi o final de semana? A edição 171 do Boletim AM está no ar! Estou escrevendo essas linhas em uma manhã ensolarada no Rio de Janeiro. É o primeiro domingo de dezembro e o sentimento que mais me pega nesse momento é o de cansaço. Foi um ano foda. Precisei demitir uma pessoa que estava comigo há bastante tempo aqui na empresa, mas que já não se comprometia com o trabalho. Também demiti clientes que estavam me causando dor de cabeça. Contratei uma nova empresa de marketing....