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A edição 179 do Boletim AM está no ar! Olá, Reader, como foi a semana por aí? Por aqui, sigo lendo o Empire of AI: Dreams and Nightmares in Sam Altman's OpenAI, da jornalista Karen Hao. Sam Altman superou a tentativa de "golpe" do início do livro e segue sendo o CEO da OpenAI, na sua saga para construir um IA Geral que beneficie a humanidade. Hao nesse momento está dando um "passo atrás" para contar como a OpenAI foi criada, as conversas entre Musk e Altman e a estória do protagonista do livro no Vale do Silício. Cada vez mais interessante. E você, qual livro te empolgou em janeiro? Nosso momento semanal de praticar com dados: o que você está fazendo para melhorar suas habilidades em análise de dados?Na Análise Macro, seguimos firmes no nosso propósito de lhe mostrar que a verdade está nos dados. Nossa missão de fomentar uma mentalidade orientada a dados está em cada pedaço do que fazemos, como por exemplo, no último exercício que publicamos no Blog: Construção e Análise do Índice de Condições Financeiras (ICF) com Python. As condições financeiras desempenham um papel central na transmissão da política monetária e na atividade econômica. Elas refletem o custo e a disponibilidade de financiamento para famílias e empresas, influenciando decisões de consumo e investimento. Para mensurar esse conceito abstrato, bancos centrais e instituições financeiras utilizam o Índice de Condições Financeiras (ICF), uma métrica sintética que agrega diversas variáveis de mercado. A ideia do exercício é, então, replicar a metodologia do Banco Central do Brasil (BCB) para a construção do ICF, conforme detalhado no Boxe 5 do Relatório de Inflação de Dezembro de 2022 e no Estudo Especial nº 76. Mostramos como é possível utilizar o Python para desenvolver um pipeline completo de dados para coletar, processar e modelar indicadores financeiros locais e globais, culminando na extração de um índice comum via Análise de Componentes Principais (PCA). O acesso ao script completo pode ser feito aqui, para alunos black e formações. A partir de amanhã, também estará disponível um vídeo com o passo a passo do exercício. Essa é uma forma divertida, a propósito, de começar a sua jornada em análise de dados. Afinal, você já tem uma série observada, então correr atrás da metodologia, dos dados, o tratamento e a construção desse índice é uma bela forma de se tornar um profissional maduro nessa área. Depois me conta se você anda praticando com os nossos exercícios, beleza? Inteligência Artificial combinada com Engenharia de DadosE por falar em dados e já que estamos no fim de janeiro de 2026, acho que é um bom momento para refletir sobre o que a gente (você e eu) queremos para o restante do ano, não é mesmo? No campo pessoal, devo trazer grandes novidades em breve por aqui. Na Análise Macro, estamos cada vez mais interessados em dois temas. O primeiro é, como você pode ver pelas minhas leituras, IA. Desde o lançamento do GPT em novembro, tenho estudado bastante modelos de linguagem e como isso afeta uma parte ainda pouco explorada pela maioria das empresas: os dados não estruturados. Em geral, quando se fala em dados, as pessoas conectam isso com a ideia de uma tabela com linhas e colunas. Essas representando características da base de dados e aquelas simbolizando observações. Como uma tabela de clientes de uma companhia telefônica, em que as colunas representam as características e as linhas os próprios clientes. Mas a riqueza do momento que estamos vivendo não está nisso. Há uma infinidade de dados não estruturados, como imagens, vídeos, áudios, documentos, etc, que ainda é pouco ou quase nada explorado. Meu palpite, porém, é que isso está prestes de acabar. O avanço da IA em reconhecer padrões justamente nesse tipo de dado é visível. Além disso, há uma crescente demanda por engenharia. Criação de pipelines que extraem esses dados e tornam a informação disponível para analistas e cientistas explorarem. Se eu fosse dar um conselho para quem está começando nessa área ou se sente estagnado, é combinar essas duas coisas no seu plano de estudos pessoal. E por falar em plano, qual o seu para 2026?Dei uma olhada aqui na minha bola de cristal e se você for seguir uma distribuição normal, é provável que ainda está se recuperando das festas do final de ano e ainda está em "modo calma, vou estudar, mas depois do carnaval". Isso posto, queria te dar um conselho: aproveite essas "últimas semanas de 2025" para planejar o que vai fazer ao longo do ano. E aqui vou te dar um caminho. Se você está querendo "começar em dados", siga a lista abaixo: (1) SQL é o primeiro passo. Se estou certo no meu palpite do que será o futuro daqui para frente, é fato que as empresas estão correndo atrás em criar data warehouses, data fabrica data lakehouses, data mashs e por aí vaí. Então, você vai precisar se alfabetizar nesse mundo de bancos de dados. Nada melhor do que começar pelo básico de SQL, entender a conexão com bancos de dados, o que é uma consulta, e por aí vai; (2) Python. Se você acha que vai escapar de ter de aprender python porque ferramentas "no code" e "low Code" estão na moda, trago más notícias do front. Não dá para fazer engenharia de dados sem saber criar scripts em python que integram e automatizem consultas em bases de dados. Rodar um script no Colab, dizendo para o Gemine o que você quer é uma coisa, a vida real é outra bem diferente. Aprende python logo e pára de enrolação; (3) Estatística não faz mal a ninguém, então o mínimo de exploração de bases de dados, limpeza de dados brutos com ordem e método, construção de testes de hipótese, etc, você vai precisar dominar; Se você conseguir se alfabetizar nesses três pontos logo nas primeiras semanas do ano, parabéns, um mundo de possibilidades se abriu para você. E se, claro, você já é alfabetizado nesses três itens, o caminho a seguir continua com IA e justamente, saber lidar com dados não estruturados. Construir aplicações de IA com pipelines organizados, tendo como base textos, vídeos, imagens e audios, é o grande desafios das empresas nos próximos anos. Você está pronto? Perdeu alguma edição anterior do Boletim AM? Sem problemas. Leia as edições anteriores tocando aqui |
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A edição 178 do Boletim AM está no ar! Olá, Reader, como foi a semana por aí? Por aqui, comecei a ler Empire of AI: Dreams and Nightmares in Sam Altman's OpenAI, da jornalista Karen Hao. Ainda estou no início, mas a proposta do livro de falar sobre os bastidores da empresa que moveu o mercado de IA nos últimos anos é bem interessante. Hao tem um estilo de escrita que te prende às estórias e deixa um gosto de "quero mais" a cada capítulo. Com as chuvas de verão no radar, vai ser um bom...
O verão segue intenso por aqui, Reader. As aulas no IMPA estão divertidas e ir para lá tem sido revigorante. Na Análise Macro, estamos em ritmo um tanto quanto frenético de produção. Reuniões com o time que cria, com o time que divulga e, claro, com o pessoal que vende seguem intensas. Também voltaram as reuniões com vocês, alunos, após algumas semanas de folga. E, claro, não pode faltar a ida à academia, para cuidar dos quilos conquistados em dezembro. As temperaturas seguem alguns desvios...
Qual foi o último livro que você leu até o final, Reader? Eu começo: Coisa de rico, a vida dos endinheirados brasileiros, uma delícia de leitura do Michel Alcoforado. É um daqueles livros que você lê em um tiro só, de tão gostosa que é a leitura. Recomendo, inclusive, fortemente, se você quer entender o Brasil do ponto de vista de cima da pirâmide. Mas o livro do Michel, em si, não é o assunto desse e-mail (especial), mas a pergunta que te fiz. E por que pergunto isso? Bom, primeiro porque...